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domingo, 5 de dezembro de 2010

Biocombustível será usado pela primeira vez no mundo no setor de aviação.


A Lufthansa anunciou esta semana que fará os primeiro voos comerciais movido à biocombustível em um Airbus 321 a partir de abril de 2011. O combustível é feito com uma mistura de 50% de óleo vegetal hidrogenado e 50% de querosene tradicional.
Os aviões passarão por uma fase de testes durante seis meses com a rota diária Hamburgo-Frankfurt como parte do projeto “Burn Fair” (queime justamente). De acordo com a Airbus, esse período será utilizado para estudar o impacto em longo prazo dos biocombustíveis na aviação. A empresa também oferecerá assistência técnica e monitorizará as propriedades do combustível.

Confiram mais informaçãos no link abaixo.
http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/biocombustivel-sera-usado-pela-primeira-vez-no-1

Remédio fracionado: uma questão de responsabilidade social da indústria.

      O Instuto Ethos e a Proteste coletam assinaturas em petição on-line pela aprovação de projeto de lei que torna obrigatório o fracionamento de medicamentos.
Confiram essa notícia no site do Instituto Ethos, conforme link abaixo:

Saco é um saco, não é mesmo?

Vejamos, no site do Instituto Akatu, no link abaixo, como confecionar saquinho de jornal para lixo doméstico. A dobradura só leva 20 segundos e pode ajudar a reduzir o uso de sacolinhas plásticas.

Instituição Financeira é pioneira na adesão à moratória da soja .

Instituição Financeira é pioneira na adesão à moratória da soja – pacto firmado em 2006 entre a indústria de óleos vegetais e exportadores de soja, ONGs e Ministério do Meio Ambiente para reduzir o desmatamento na Amazônia.
Soja sem sabor de desmatamento. Boa Leitura a todos!!!

O Banco do Brasil anunciou que vetará o crédito agrícola a produtores de soja que tenham plantado em regiões recém-desmatadas da Amazônia. Com a adesão ao pacto, o banco se compromete, em primeiro lugar, a não financiar a produção de soja em áreas desmatadas no bioma amazônico após 24 de julho de 2006 – data em que o pacto foi criado. O Banco do Brasil também passará a exigir a regularidade ambiental nas propriedades rurais localizadas na Amazônia. Técnicos do banco avaliarão se os fazendeiros estão cumprindo o Código Florestal. Além disso, o banco oferecerá uma linha de crédito específica para que esses proprietários recomponham suas áreas de reserva legal e de preservação permanente – como as margens de rios.
Segundo informou Álvaro Tosseto, gerente executivo de Agronegócio do BB, o monitoramento das propriedades será feita segundo uma lista de desmatadores feita pelo Grupo de Trabalho da Soja, com auxílio do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), responsável pelo monitoramento dos desmatamentos na Amazônia. “Buscamos com isso otimizar práticas de responsabilidade socioambiental no agronegócio. Isso agrega valor para a sociedade e para os produtores de soja, que já foram criticados por influenciar na degradação da floresta”, diz o executivo.
O Greenpeace, umas das ONGs que assina o pacto, comemorou. “Essa sinalização é importante para o produtor rural, que passa a ter incentivos para preservar parte da propriedade, como exige a lei”, diz Paulo Adário, diretor da campanha Amazônia do Greenpeace. “Por outro lado, é o banco percebendo que dar crédito a desmatador é uma operação de risco”, diz.
A decisão do BB é importante porque o banco é responsável por nada menos que 65% do crédito rural ofertado no País. Está presente em mais de 5 mil municípios, até em pequenas localidades e pode induzir outras instituições financeiras a fazerem o mesmo. Como o BNDES, que financia grandes empreendimentos da pecuária, como frigoríficos – hoje a criação de gado é apontada como um dos principais vetores do desmatamento na Amazônia.
O anúncio da adesão do BB ao pacto da soja foi feita no mesmo dia em que o governo divulgou a menor taxa de desmatamento na Amazônia nos últimos anos: foram derrubados 6.451 quilômetros quadrados de floresta entre agosto de 2009 e julho de 2010. É a menor taxa da história, e 14% abaixo dos valores registrados no período anterior. Ainda assim, muito significativa. “Mas o Brasil tem conseguido mostrar que é possível conciliar aumento da produção com a redução do desmatamento”, diz Adário. “A economia vai bem, o agronegócio vai bem, e o desmatamento cai. Esse é o caminho.”

Fonte: Andrea Vialli

sábado, 4 de dezembro de 2010

Sustentabilidade e pioneirismo.

Vale a pena apreciar essa notícia.
Boa Leitura!!!!

Empresa paraibana é premiada no exterior e serve de modelo para o Brasil no tocante às ações de sustentabilidade. 
      Em tempos de transformações climáticas no planeta Terra, quando mais se houve falar em poluição de rios, da atmosfera, morte de florestas, desertificação e aumento da temperatura global, o famoso efeito estufa. A Paraíba e seus habitantes têm do que se orgulhar em se tratando da defesa do meio ambiente e do crescimento econômico com sustentabilidade. E o nome desse orgulho no estado é a da Rumos Construções Ambientais, uma empresa paraibana que tem servido de modelo para o Brasil e premiada no exterior.
        A Rumos, é braço ambiental da RD Engenharia e que administra o Centro de Tratamento e Destinação Final de Resíduos da Paraíba (Cedres-PB), mais conhecido como Aterro Sanitário Metropolitano de João Pessoa. A empresa têm obras como aterros sanitários, reflorestamentos, redes de esgoto e de drenagem, contenções em cursos d’água, pavimentações e urbanizações, que já beneficiaram mais de 2 milhões de pessoas. Mas duas ações são as que mais garantem satisfação e orgulho para o grupo: o Aterro Sanitário Metropolitano da capital paraibana e o programa de otimização e de sustentabilidade nos canteiros de obras da RD Engenharia.
       O Diretor-Administrativo, Lavanério Duarte, afirma que “no aterro tudo é controlado. Primeiro se faz a triagem, vê o material que tem potencial de reciclagem, leva o material para um setor (onde atuam mais de 20 trabalhadores ligados a uma cooperativa de reciclagem) e o restante vai para uma célula impermeabilizada, que é coberta e drena os gases”. Nos canteiros de obras a visão de sustentabilidade cria metas para a redução de materiais que produzem subprodutos. Como exemplos o reaproveitamento de embalagens de cimento utilizado nas obras. “Antes o saco de cimento era jogado fora depois de esvaziado. Hoje ele é recolhido e colocado em fardos. O mesmo acontece com o papelão que embala os produtos de cerâmica. De tempos em tempos, o material é vendido para a reciclagem”.
            O Diretor enfatiza que o aterro sanitário é uma atividade essencial a uma cidade. É semelhante a uma concessionária de água ou de energia elétrica.  E no que se refere à construção civil, a mensagem é passar para a sociedade que mesmo numa atividade grosseira, todos podem e devem fazer a sua parte.
Fonte: Revista A SEMANA o dia a dia da Paraíba em revista.

Cordel da Sustentabilidade: O que eu tenho a ver com isso?

Sem embaraço, abrimos um espaço  para a cultura popular. Então vamos apreciar?

Autor: Izaias Gomes de Assis

Vou falar agora mesmo    
Da Sustentabilidade
Uma palavra que exprime
No campo ou na cidade
Uma relação decente
Do homem com o ambiente
Com responsabilidade.

Eu vou explicar agora
O que é isso pro leitor:
É vivemos nessa Terra
Sem causar-lhe tanta dor
Pois ela é nossa morada
Mas ta sendo degradada
E mudando até de cor.

Os recursos naturais
Dentro da legalidade
Temos que saber usá-los
Com responsabilidade
Sem causar degradação
Tudo isso cidadão
É sustentabilidade.

Preservar custa bem pouco
Bem mais caro é restaurar
O caos já está às portas
E a conta quem vai pagar
Me informe cidadão
Quando nossa Terra não
Puder mais se sustentar?

Nesta estrofe conclusiva
Afirmo e não volto atrás:
Que Deus é o dono de tudo
E que nós pobres mortais
Velhos, homens e meninos
Somos somente inquilinos
Desta Terra e nada mais

Exemplo de Empreendimento Sustentável

        A nossa Capital paraibana, que por sinal ainda é mais verde das américas, possui um grande exemplo de empreendimento altamente sustentável. Conforme podemos observar no link abaixo o Hotel Verdegreen surge com um novo conceito no ramo de hotelaria.

http://www.verdegreen.com.br/index.php?id=verdegreen